Depois que a terceira edição saiu, eu fiquei muito desanimado com o D&D. Lembro da minha primeira partida com os livros básicos novinhos em folha. Meu grupo levou em torno de 3 horas para criar o grupo de aventureiros. Estávamos tão cansados daquilo que tudo que tivemos que marcar a partida efetiva para o dia seguinte.
Aquilo foi muito custoso e não era divertido. As regras eram boas, mas tinha algo ali que não nos agradava. No fim, voltamos para o AD&D segunda edição.
Quando veio o movimento Old School, eu vi a chance de revitalizar meu interesse no clássico D&D. Com Basic Fantasy e Labyrinth Lord eu tive a chance de me reencontrar e ensinar novos jogadores a jogar RPG, sem grandes traumas. Sem ter que gastar 3h para construir personagens. Sem ataques de oportunidades.
Miniaturas voltaram a ser usadas para imaginar e não planejar.
Quando o Old Dragon saiu eu vi que aquela era a oportunidade de novos jogadores conhecerem algo minimamente parecido com as edições anteriores do D&D, mas que passaram sem grande alarde por aqui, pois pouca coisa foi publicada além dos livros básicos.
Pois bem, adoro esses jogos antigos por esses motivos. Essa é a minha experiência pessoal que me levou a adotar jogos do arco da velha. Que me fizeram iniciar meu próprio RPG.
Mesmo sendo fã desses jogos desde 1994, eu acho que existem algumas coisas sobre esses jogos que ressaltam no movimento OSR que eu discordo e gostaria de expor algumas delas e comentar em cima.
